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terça-feira, dezembro 27, 2016

Em Campo Mourão, advogado pedirá liberdade de mulher presa por racismo após ofender PM

A mulher acusada de racismo contra um policial militar continuava detida na sede da 16ª Subdivisão Policial, em Campo Mourão, até o fim da desta segunda-feira (26). Foi arbitrada uma fiança de R$ 3 mil para que ela seja liberada. A Polícia Militar havia divulgado que a mulher se apresentou como policial federal, integrante da equipe do juiz Sérgio Moro. Porém, na delegacia, descobriu-se que ela não tem qualquer relação com as forças de segurança. A confusão começou quando o filho da acusada foi detido por embriaguez ao volante, depois de fazer manobras perigosas com um Audi A3, no cruzamento da Avenida Irmãos Pereira com a Rua Roberto Brzezinski. Na defesa do filho, ela já teria chegado alterada e recebeu um pedido para que apresentasse o documento comprovando a condição de servidora da Polícia federal. Porém, ela teria dito que não mostraria um documento federal a um “mero policial militar, sem cultura.” Segundo informações da PM, ela gritou palavras como “negão, macaco e porco” e sugeriu que se o policial quisesse aparecer deveria andar com um “lenço vermelho e um cacho de banana pendurados no pescoço”, assim como acusou a Polícia Militar de ser corrupta. Parte do flagrante foi filmada por populares, que aplaudiram a prisão. O advogado contratado pela mulher, Miguel Batista Ribeiro, disse na tarde desta segunda-feira que ainda tomava ciência do caso, mas que pediriam a liberdade provisória da cliente por ela não apresentar riscos à sociedade. Em relação à conduta da presa, ele declarou que foi uma atitude “infeliz”. Colaboração Talita Amaral da Rede Massa

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