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terça-feira, dezembro 20, 2016

Polícia esclarece incêndio na PM de Castelo Branco

POLÍCIA ESCLARECE INCÊNDIO CONTRA AUTOMÓVEL DE PM EM CASTELO BRANCO
A Polícia Civil de Nova Esperança esclareceu um crime contra o prédio da Polícia Militar de Castelo Branco e contra o automóvel Fiat Uno Mille de um soldado. O atentado aconteceu no dia 18 do mês passado quando criminosos atearam fogo no destacamento da Polícia Militar danificando as instalações. O incêndio atingiu também o carro do policial militar que estava estacionado nos fundos. Uma investigação foi realizada pelo delegado Leandro Farnese Teixeira, de Nova Esperança. De acordo com a Polícia Civil, no dia anterior ao incêndio, a polícia realizou a prisão de um dono de bar em Castelo Branco. Bebidas adulteradas foram apreendidas durante a operação. Um dos filhos do comerciante não teria gostado da ação policial e na madrugada do dia 18 teria ido atear fogo no prédio da PM. Na última sexta-feira (16), policiais militares prenderam o suspeito Atos Santana Paulino, de 19 anos, em um pátio de posto de combustíveis. Contra o rapaz havia um mandado de prisão preventiva decretada expedido pela justiça de Nova Esperança. Encaminhado para a delegacia, a família do suspeito compareceu com advogado no dia seguinte da prisão do rapaz apresentando o outro irmão, Nathan Henrique Santana Paulino, de 23 anos, que assumiu a autoria do crime. O delegado de polícia então colocou o primeiro suspeito em liberdade e tomou depoimento do segundo irmão que confessou ter ateado fogo no prédio da PM. Nathan disse em seu depoimento que está arrependido e que a família vai arcar com as despesas do automóvel do soldado da PM. Como não havia mandado de prisão contra Nathan, o suspeito confesso foi liberado. O inquérito policial será encaminhado ao juízo competente que abrirá vista ao Ministério Público para oferecimento da denúncia. O suspeito Nathan Henrique irá responder pelo crime de incêndio com a causa de aumento referente ao patrimônio público, estando sujeito a uma pena de quatro anos e seis meses a nove anos de reclusão. André Almenara

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