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sexta-feira, janeiro 13, 2017

Mulher dá a luz com documento de outra para doar criança de modo ilegal

Um caso inusitado aconteceu em Cianorte. Uma mulher deu entrada no hospital para dar a luz usando o documento de outra pessoa, para doar a criança de modo ilegal e ludibriar a justiça. A mãe do bebê e a receptora foram presas. Tudo aconteceu quando o Conselho Tutelar recebeu uma denúncia que chegou até a regional de saúde, indicando que no referido hospital uma mulher havia dado entrada para dar a luz, e que esta doaria a criança de modo ilegal. O administrador do hospital foi informado e a polícia juntamente com os responsáveis do conselho tutelar e a assistência social, começaram a investigar o caso. No Hospital foram informados que na quarta feira (11), uma mulher de 31 anos, havia sido internada para realização de um parto o qual realizou-se mediante cesária as 12h35, tendo nascido uma criança do sexo masculino da cor branca pesando 3.360 kg. A Polícia descobriu que a grávida teria dado entrada no hospital utilizando o CPF de outra mulher adulta de 32 anos, a qual estava presente no momento da internação. A atendente do hospital pediu também o RG da grávida, o que identificaria a mesma pela foto, mas esta disse que o referido documento teria extravia, mas que lembrava os números o que foi repassado para a tendente. Os funcionários do hospital desconfiaram da situação e já tendo uma denúncia de que poderia haver uma tentativa de subtração de criança, acionaram a assistência social e conselho tutelar para ajudar na investigação. Durante à tarde da quinta feira (12), o pessoal do conselho tutelar e assistência social, juntamente com a polícia militar, conseguiram a confissão da mãe da criança, tendo ela contado seu verdadeiro nome e sua intenção de fazer a doação da criança para sua conhecida. A mulher contou que sempre escondeu a gravidez dos familiares e sabendo da intenção da sua conhecida que adotar uma criança, procurou a mulher e tramaram juntas toda esta peripécia. A suposta receptora já era cadastrada no CNA (cadastro nacional de adoção) e usaria esse cadastro para dizer aos familiares que a criança tinha sido adotada conforme os trâmites legais. Segundo essa mulher que iria receber a criança, a mãe veio para Cianorte no começo de dezembro de 2016 e ficou na casa dela hospedada e deu início aos exames de pré-natal, usando os dados de sua cúmplice. A mãe ainda falou que seu marido estava achando que a adoção seria toda dentro da lei e que não sabia que os meios seria ilegal. A mulher que iria receber a criança foi conduzida até a 21ª SDP de policia civil de Cianorte pelo crime de tentativa de subtração de incapaz e a mãe indiciada no crime de falsidade ideológica. Porém a mãe da criança ainda se encontra internada e deve ser presa logo que tiver alta hospitalar. Ela não quis dizer para a equipe policial quem era o pai da criança. Com informações da Polícia Militar

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