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terça-feira, setembro 05, 2017

Adepol critica superlotação em cadeias do Paraná

Após fugas em massa de detentos das cadeias públicas de Maringá e Guarapuava serem registradas nesse domingo (3), a Associação dos Delegados de Polícia Civil do Paraná (Adepol) divulgou, nesta segunda-feira (4), nota em que repudia "o descaso do Governo do Estado quanto à situação de presos mantidos ilegalmente em carceragens de delegacias do Paraná." Em Maringá, dezoito presos ganharam as ruas depois de uma rebelião. Até as 18h desta segunda-feira (4), dois haviam sido recapturados e um se apresentou na delegacia. Já em Guarapuava, nove presos escaparam por um buraco no telhado. A reportagem não conseguiu contato com a carceragem da delegacia para saber se algum detento foi recapturado. Em nota, a Adepol alega que o Paraná é o único estado do Sul e um dos últimos no País a manter presos em delegacias de polícia. "Hoje são cerca de 10 mil detentos em carceragens que não possuem as mínimas condições de segurança, localizadas nos bairros centrais das cidades mais populosas do Estado. De janeiro até agora, já foram registradas mais de mil fugas somente nas carceragens de delegacias", afirma o texto enviado à imprensa. O presidente da Adepol, João Ricardo Képes Noronha, enfatiza que o problema não é a superlotação das carceragens das delegacias. "A capacidade de presos em delegacias de polícia é zero, nenhuma vaga. Onde se atende a vítima, não se abriga presos. Delegacia não é lugar de detentos, eles devem estar no sistema prisional. O papel da Polícia Civil é atender à população investigando crimes, coletando provas e propiciando inquéritos bem feitos para que o Judiciário possa condenar os malfeitores e libertar a sociedade da violência", defende Noronha. O Diário

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