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terça-feira, outubro 24, 2017

Ex-assessor de deputado do Paraná é solto após pagar fiança

O ex-assessor parlamentar Vanderley Borgert, de 35 anos, que havia sido preso em flagrante na última quinta-feira (19), em Maringá, foi solto na segunda-feira (23), após pagar fiança. O valor estipulado pelo juiz, na audiência de custódia, foi de R$ 5 mil. Borgert é suspeito de ter extorquido prefeitos e gestores de prefeituras da Comarca de Loanda. Segundo o delegado Alysson Tinoco, que investiga o caso, ele teria cobrado propina para facilitar a liberação de doações da Receita Federal às prefeituras. Já o advogado Charles William Medeiros, do escritório que faz a defesa de Borgert, afirma que o crime de corrupção passiva foi descartado pelo juiz, pois o ex-assessor não era funcionário da Receita Federal. Medeiros diz, também, que "o que está no processo, até agora, não aponta nenhum crime". Segundo ele, a defesa aguarda a conclusão do inquérito, mas, até o momento, não há provas de ilícito cometido por Borgert. "Ele [o ex-assessor] afirma que foi um mal entendido. Ele estava lá [no local onde foi preso] para uma situação e o assessor [suposta vítima de extorsão] entendeu outra coisa. Foi uma confusão de entendimento", defende. Na audiência de custódia, o juiz concedeu liberdade provisória a Vanderley Borgert porque, segundo Medeiros, ele preenche os requisitos legais para o benefício. "Tem residência fixa, ocupação lícita e bons antecedentes", explica. Prisão Borgert foi preso após se encontrar com um gestor que, suspeitando da atitude do ex-assessor, avisou a polícia sobre as supostas tentativas de extorsão. O gestor marcou um encontro com Borgert para entregar a primeira parcela da suposta propina, mas o encontro foi monitorado pela Polícia Civil. O ex-assessor foi preso em flagrante, em posse do dinheiro, na saída do restaurante em que se encontrou com o gestor, e foi encaminhado até a 9ª Subdivisão Policial (SDP) de Maringá, onde ficou até a audiência de custódia. Um dia após a prisão, o deputado estadual Márcio Nunes – para quem Borgert trabalhava – pediu a exoneração do assessor. Foto: André Almenara/O Diário

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