terça-feira, maio 08, 2018

Autores de incêndio a posto de combustível admitem ato criminoso

Os dois rapazes que incendiaram as bombas de combustíveis do posto do Super Muffato na semana passada, em Campo Mourão, foram presos pela Polícia Civil. Ambos confessaram o crime e contaram que agiram a mando do proprietário de outro posto de combustível da cidade. Pelo ato de vandalismo, cada um recebeu R$ 1.500. Segundo o delegado-chefe da 16ª Subdivisão Policial, Gustavo de Pinho Alves, o proprietário de outro posto da cidade manteve contato com uma pessoa para que ela contratasse os executores do incêndio. Além dos dois, uma terceira pessoa em um veículo teve participação no crime, levando e depois dando fuga à dupla. “Foi um fato muito grave, porque poderia ter ocorrido grande explosão no local. Desde o dia do incêndio foram feitas várias diligências, com apoio da Polícia Militar para identificar os autores do crime. No sábado identificamos os executores do incêndio”, contou o delegado. Na delegacia, segundo o delegado, os dois confessaram que foram contratados por um comparsa, que agiu a mando do proprietário de um posto de combustíveis da cidade. “As investigações continuam para que possamos chegar ao dono do posto, que arquitetou essa ação e também aos dois envolvidos: o que contratou os executores do incêndio e a pessoa que os conduziu de carro até o local”, relata Alves. O incêndio contra as bombas de combustíveis e a loja de conveniência do Muffato ocorreu na madrugada da última terça-feira (1), quando o vigia foi dominado pela dupla, que em seguida jogou gasolina e ateou fogo no local. Em nota a própria empresa já divulgou na semana passada que o crime tinha sido motivado pela “guerra de preços” dos combustíveis na cidade, já que o Posto Muffato foi inaugurado há quatro meses e vem praticado preços mais baixos que a concorrência aos consumidores. Todos os envolvidos serão indiciados pelo crime de incêndio, agravado por ter sido praticado em local de grande risco. Caso sejam condenados, poderão pegar até oito anos de prisão. Fonte: TaSabendo

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