sexta-feira, maio 25, 2018

Genro que planejou a morte do sogro será julgado em Maringá

Cosme Alexandre Bombachini, de 32 anos, que planejou a morte do sogro, o senhor Garcia Pereira Marques, de 62 anos, vai ser julgado no dia 6 de junho no Fórum de Maringá. O crime contra o português Garcia Pereira aconteceu no dia 30 de abril de 2016 quando a vítima foi assassinada a tiros em uma estrada rural no final da Avenida Mandacaru. Lenice Mariano Pereira de 40 anos, que trabalhava como empregada na casa de Cosme foi quem usou um revólver calibre 38 para atirar e matar o senhor Garcia. Em agosto de 2016, Lenice foi julgada pelo crime e condenada em 20 anos de prisão em regime fechado. A réu foi condenada em 15 anos por homicídio duplamente qualificado e cinco anos pela dissimulação. Ela foi absolvida da ocultação de cadáver e da falsa comunicação de crime. O médico cardiologista, Manuel Pereira Marques, de 64 anos, é suspeito de ter encomendado a morte do próprio Garcia. O motivo do crime seria uma herança deixada pelo pai no valor de 10 milhões de reais. A vítima teria descoberto que seu irmão estava fazendo saques da conta bancária dos pais, e isso teria deixado o português revoltado. Manuel por sua vez teria prometido 1 milhão de reais para Bombachini para matar o sogro. O médico que foi preso em julho de 2016 na cidade de Salto, Estado de São Paulo, ficou em Maringá detido na sede do 4º Batalhão até ser transferido para o Complexo Médico Penal, que fica em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. O médico sustenta sua inocência alegando que não mandou matar seu irmão. O senhor Garcia Pereira morava junto com a filha e o genro em uma residência no Jardim Monte Rey. Em uma das declarações, Bombachini disse na delegacia que ele e a empregada Lenice eram humilhados diariamente pelo Garcia. No dia da morte do português, Alexandre Bombachini estaciona seu automóvel VW Polo na Avenida Mandacaru. Minutos depois, um Ford Fiesta passa também pela avenida. Na sequência o genro segue o Fiesta e leva o sogro para a morte. Nas imagens que foram cedidas para a polícia, nenhum carro aborda o veículo de Bombachini como ele relatou no dia que registrou um boletim de ocorrência após fantasiar um crime de roubo sequido de sequestro. A motorista do Fiesta identificada na época foi presa também pela Delegacia de Homicídios. Trata-se de Daiane Elias Luz, de 29 anos, que é amiga de Lenice, e que teve participação direta no crime dirigindo e levando a autora do assassinato em seu carro. Daiane Elias Luz que está presa disse em seu depoimento na época que ganhou 1 mil reais para levar a amiga para cometer o assassinato. Os advogados criminalistas, Willian Francis de Oliveira, Fausto Mochi e Altair Barros, irão defender no dia do julgamento Cosme Alexandre Bombachini. André Almenara

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