terça-feira, junho 12, 2018

Suposto trabalho escravo e crime ambiental em fábrica de carvão ativado em Maringá

Dois inquéritos instaurados no início do ano pelo Ministério Público do Paraná em Maringá, um sobre suposto trabalho escravo e outro que trata de suspeitas de crimes ambientais, dependendo dos resultados das investigações e possíveis decisões judiciais, tendem a ter consequências internacionais em um mercado que movimenta milhões de dólares anuais. Na parte conhecida de um lado do imbróglio está uma organização não governamental privada, criada em abril de 2016, com sede na capital paulista, que tem como propósito atrair investidores de outros países em áreas com florestas nativas no Brasil. Foi a entidade que fez a notícia de fato às promotorias do Trabalho e Emprego e de Proteção Ambiental. Na outra face da moeda, está uma empresa maringaense, fundada em 1987, que produz carvão de osso bovino ativado e vende quase tudo que sai dos seus fornos instalados na Estrada Orizona, área rural de Paiçandu, para indústrias nos Estados Unidos e Europa. Nesses ricos mercados, a empresa com sede em Maringá tem apenas uma concorrente. Maringá Post

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